Navegar é preciso.

Pela primeira vez em tempos, entrei na página de controle de visitas do meu blog e descobri que, somente hoje, este quartinho de bagunça recebeu visitas de pessoas da Alemanha (EI, MONIQUINHA!!!), Estados Unidos, Bósnia (!!!), Hong Kong e Malásia. Imagino que a maioria deva ter entrado aqui via palavra-chave equivocada no Google, provavelmente atrás de uma erva medicinal amazônica que cura da unha encravada ao câncer (tipo assim, uma "VanErv"). Eu fico imaginando a cara de decepção do pessoal de Hong Kong ao não encontrar aqui nem a tal da vanErv, nem a Garota de Ipanema (em se tratando de um blog local).
Esse lance me fez sentir na própria pele como a internet transformou o mundo em uma pequena aldeia global. Ao mesmo tempo em que isto é fascinante - porque estamos todos interligados e somos todos responsáveis uns pelos outros -, é também um pouco assustador: não podemos desprezar a informação, mas sabe-se que cada um a processa de acordo com sua própria índole. E há índoles de todos os tipos entre os seres humanos.
Conjecturas paranóicas à parte, gostaria de dizer, sabendo agora que tenho leitores acidentais ou não no mundo inteiro (ha ha ha), que não acharei nada estranho se um dia o Fantástico anunciar que a nova onda na Ásia (sem trocadilhos, por favor!) é pintar a bicicleta de rosa.
Aliás, rosa fica super lindo com amarelo. Sabendo combinar, não vai falhar.
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