Este é o meu quartinho de bagunça. Da embalagem vazia de Chokito ao último livro do Saramago que eu não terminei de ler, você encontrará aqui de tudo um pouco.

domingo, maio 31, 2009

Ajudem uma veterinária semi-carente a encontrar um homem pra chamar de seu

Aproveitando que meu superego maldito foi dar um rolé e se perdeu de mim, na vida, resolvi iniciar uma campanha para me descolar um namorado. Não precisa ser assim, nenhum príncipe encantado, mas definitivamente não pode ser sapo, porque sapo é coisa que eu não engulo mais.

Eu acho super fácil gostar de mim, sobretudo quando meu superego maldito está ausente (é quando eu me sinto mais fofa). Então o senhor, que é livre e desimpedido, bem apessoado, bem disposto, que acorda cedo - senão tá ferrado comigo! -, neura-free, free-style, entre 30 e 50 anos e morador da cidade do Rio de Janeiro, está aí parado fazendo o quê? Mexa essa bundinha e escreva agora mesmo para mulhersolteiraprocura arroba gmail ponto com dizendo que tipo de namorado você daria (com ou sem trocadilhos, por favor). As melhores cartas ganharão um encontro comigo, ao passo que as piores serão publicamente escrotizadas no VanOr Responde, minha coluna sentimentalóide fadada ao esquecimento por falta de quórum. Prometo manter o anonimato das vítimas, até porque sou temente à lei dos homens e, obviamente, tementíssima da silva a Deus.

Quem procura namorado tem de acreditar em Deus, Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e o carajo a quatro. Enquanto não morrer a esperança, eu hei de lutar! Como eu não tenho 3700 reais pra pagar uma equipe de psicólogos recém-formados pra cruzar meu perfil psicotécnico com os dos 3 únicos clientes esquizofrênicos pagantes do almoço-pra-dois, vou lutar com as armas que eu conheço. E o blog é só uma delas. Homens solteiros do Rio de Janeiro, tremei!

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